Pão Com Manteiga 1976-2019 (Lp, Reedição)

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Com carreira meteórica e história pouco conhecida, a banda paulista Pão com Manteiga ganha relançamento em vinil e a lenda reacende.

Tão importante quanto um pão com manteiga no café da manhã dos brasileiros, uma banda paulista dos anos 70 conseguiu um disputado lugar no Olimpo do rock progressivo nacional mesmo tendo tido uma carreira meteórica que durou exatamente um disco.

Formado em 1976 por uma dupla de músicos de São Vicente (Paulo Som e Pierre), com integrantes de Praia Grande e São Paulo (Johnny, Gilberto e Edison Edisol), o grupo Pão com Manteiga lançou um disco, homônimo, no mesmo ano de sua formação. O álbum trouxe para o primeiro plano em suas letras assuntos místicos e temas medievais, com arranjos que vão da sofisticação da música clássica à psicodelia tão característica de bandas dos anos 70, brasileiras ou gringas.

Com direção de estúdio e produção musical de Waldyr Santos, o disco tem 12 faixas com nomes que já sugerem a viagem que começa com um giro pela Idade Média, visita festas de bruxas, analisa micróbios e átomos, festeja personagens como Merlin e Lancelot e, como não poderia faltar, traz para a conversa a galáxia de Andrômeda, tão revisitada pela música pop viajandona.

Do lado A da bolacha lançada pela gravadora Continental, as músicas são “Mister Drá”, “Merlin”, “Flor Felicidade”, “Micróbio do Universo”, “Montanha Púrpura” e “Multi-Átomos”. Do outro lado do disco, “Serzinho Sem Medo”, “Cavaleiro Lancelot”, “História do Futuro”, “A Feiticeira”, “Fugindo do Planeta” e “Virgem de Andrômeda”. Exótico na medida, o som poderia surfar na onda do Secos & Molhados, banda lançada em 1973, três anos antes, portanto, do surgimento do Pão com Manteiga, aposta da mesma gravadora, a Continental. Note-se que até a capa do primeiro disco da banda de Ney Matogrosso serve de inspiração para a imagem que ilustra o álbum Pão com Manteiga, criada por Oscar Paolillo e Walmir Teixeira.
 

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